O acordo de paz para acabar com o conflito existente no leste da RDC, que será assinado na próxima sexta-feira, 27 de Junho em Washington, representa um marco significativo após décadas de conflito na região, segundo Adalberto Malú.
O especialista em relações internacionais disse que apesar do interesse manifestado pelos EUA na efectivação do acordo, o sucesso deste, está dependente do interesse do Ruanda e a RDC em terminar com as hostilidades.
Adalberto Malú disse que Angola, enquanto presidente da União Africana “deve reforçar o seu pape na implementação do acordo”.
“Enquanto presidente da União Africana, Angola pode reforçar o seu papel na efectiva implementação de um acordo de paz para acabar com a guerra no leste da RDC”, referiu.
E, o cientista político, Eurico Gonçalves, intende que “haverá retrocessos e incumprimentos no alcance de uma paz definitiva entre a RDC e o Ruanda”, devido ao pouco tempo de conversações entre as partes em conflito, bem como ao aceleramento do processo pelos EUA, o que denuncia o seu interesse particular.
Os governos da República Democrática do Congo (RDC) e do Ruanda acertaram os termos de um acordo de paz para acabar com o conflito no leste da RDC, que será assinado a 27 de Junho em Washington, segundo comunicado conjunto.
Baseado na Declaração de Princípios assinada a 25 de Abril entre as duas partes, o acordo, refere a mesma fonte, inclui disposições sobre o respeito pela integridade territorial e a proibição de hostilidades; e a desmobilização, desarmamento e integração condicional de grupos armados não estatais.
Está ainda contemplado o estabelecimento de um Mecanismo Conjunto de Coordenação de Segurança; a facilitação do regresso de refugiados e deslocados internos e acesso humanitário; e uma estrutura de integração económica regional.
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