Angola está entre os países mais afectados pelos cortes do financiamento norte-americano no combate global ao VIH/SIDA.
A quebra do financiamento resulta num aumento do número de casos da doença e crescentes riscos relacionados à disponibilidade e gestão de produtos para o combate do vírus, tal como diz o presidente do Sindicato dos Médicos do país.
Adriano Manuel, disse que a falta de consciência de prevenção do VIH dos populares em Angola periga mais ainda a vida daqueles que, sem condições sociais, dão-se a prostituição como actividade de sustento.
O presidente do Sindicato dos Médicos sugere ao Governo angolano que reforce, no próximo Orçamento Geral do Estado, as verbas destinadas a saúde, com o objectivo de fortalecer os programas de aquisição de testes de VIH e disponibilização de medicamentos para o devido tratamento da doença.
O vírus VIH ataca e destrói as células do sistema imunológico, especialmente os linfócitos. Sem as células de defesa, o organismo torna-se mais exposto ao ataque de outros vírus, bactérias e ao surgimento do cancro.
Na mesma lista dos países mais afectados pelo corte norte-americano, constam ainda países como a República Democrática do Congo, Etiópia, Costa do Marfim, Guatemala ou Ucrânia.
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