A capital do país, Luanda, acolhe desde esta quinta-feira, 26, a IIIª Reunião do Comité de Branqueamento de Capitais da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).
O evento, que termina esta sexta-feira, 27, junta peritos da região que estão debater o fenómeno do branqueamento de capitais.
De acordo com o director-geral de Informação da Unidade Financeira, Gilberto Capessa, o país já concluiu a avaliação nacional de risco de branqueamento de capitais, faltando-se neste momento apenas, a conclusão da avaliação nacional de risco do financiamento do terrorismo.
Gilberto Capessa destaca os esforços envidados por formas, a retirar o país da posição em que se encontra no que se refere aos crimes financeiros.
O economista José Lumbo destaca o trabalho de Angola, com realce para o BNA e a relevância do evento que Luanda acolhe, para que o país saia da lista cinzenta do Grupo de Acção Financeira Internacional (GAFI), com reforço ao combate a corrupção e ao branqueamento de capitais.
De acordo ainda com o especialista este é um problema que não será resolvido logo a partida, mas reconhece por outro lado os esforços envidados pelas autoridades angolanas.
Angola está a intensificar a colaboração com organizações internacionais para implementar as recomendações do Grupo de Acção Financeira Internacional (GAFI), no âmbito do reforço das políticas de prevenção e combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento ao terrorismo.
As acções em curso visam alinhar o país com os padrões globais de transparência financeira e controlo de fluxos ilícitos, promovendo maior confiança no sistema financeiro nacional e no ambiente de negócios.
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