A Polícia Nacional está a ser acusada de ter descarregado gás lacrimogénio e uso da força desproporcional, este sábado, 12, contra milhares de jovens, que pretendiam marchar contra subida do preço do táxi e do gasóleo.
Relatos apontam para vários feridos e de políticos agredidos durante troca de palavras com agentes policiais.
A activista Laura Macedo disse ser injustificável a postura da polícia nacional, que usou desproporcionalmente a força contra manifestantes indefessos que tudo o que pretendiam era demostrar o descontentamento popular com a subida do preço do táxi e do gasóleo.
A activista em declarações à imprensa falou em mais de 3 feridos e detidos, cujos dados devem ser apurados oportunamente.
Laura Macedo disse que a polícia dedicou-se sempre em tentar impedir a manifestação desde o começo, forçando a alteração da rota.
Já o deputado à Assembleia Nacional pela Bancada Parlamentar da UNITA, Jeremias Mahula, que foi atingido por gás lacrimogénio, reafirma ainda assim a sua participação em mais protestos que tenham como foco a salvaguarda do interesse dos cidadãos.
Rosa Conde que se afirma defensora dos direitos humanos, que participou igualmente da manifestação, classificou em declarações à imprensa, que a subida do preço do gasóleo e do táxi como um roubo, e diz que as mulheres angolanas estão vulneráveis.
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