A fábrica de processamento de massa tomate, que se encontra paralisada há nove anos, poderá retomar a sua produção dentro de seis meses.
A garantia é do ministro do Estado da Coordenação Econômica, José de Lima Massano, no final da visita de trabalho que efectuou neste domingo àquela província do litoral sul de Angola.
Com uma capacidade de produção de 6 mil toneladas hora, a unidade fabril encontra-se paralisada há nove anos, e recebeu a visita do chefe da Equipa económica do governo angolano.
José de Lima Massano destacou, na ocasião, o papel estratégico da infraestrutura para a economia nacional.
“No Namibe, com as suas condições climáticas, vamos ter a condição de produzir o tomate o ano inteiro e a fábrica, por isso, também a processar e a distribuir pelo país, permitindo estabilidade de preços e uma oferta regulada ao longo do ano”, assegurou.
O secretário-geral da Sanap Edson Xibia, antigo gestor da unidade, transferiu a fábrica para a gestão do grupo Nober, no âmbito de uma parceria estratégica, por entender que se trata de actor conhecido no mercado nacional e com capacidade de escoar os produtos para fora de Angola.
“A unidade industrial é composta por um entreposto frigorífico, a fábrica, o processamento de tomate e as cinco residências”, explicou.
O director da estratégia do grupo Nober, Carlos Alves, adiantou que a intervenção técnica será profunda, pois os equipamentos existentes estão obsoletos.
“O grupo Nober, em função da capacidade técnica que tem com os seus técnicos industriais nos mais diversos setores, o que vamos fazer face a esta unidade logística de processamento em parceria”, afirmou.
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