O ministro da Economia, Basílio Muhate, propôs a liderança da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) a realizar a XXI Edição da Conferência Anual de Sector Privado (CASP), nos meses de Junho ou Julho de 2026, e que desde já as partes (Governo e CTA) elaborem um cronograma de trabalhos para o efeito.
Sugeriu, igualmente, para que se reflicta sobre a possibilidade de as futuras edições da CASP acontecerem noutras regiões do país, nomeadamente no Centro e Norte, de modo a tornar este evento cada vez mais inclusivo.
Basílio Muhate falava a esta noite em Maputo, no encerramento da XX edição da CASP, em representação da Primeira-ministra, Maria Benvinda Levi.
Destacou que a edição deste ano marcou o início de uma nova etapa em que o diálogo se traduz em acção, e as ideias em investimentos concretos.
“Vamos deixar de ter uma CASP de lamentações para acções.Estamos convictos de que, com a conjugação de esforços e uma coordenação efectiva entre o Governo e o Sector Privado, através da CTA, e com base nas políticas e estratégias sectoriais, venceremos os desafios que se nos colocam. Só com um ambiente de negócios estável poderemos continuar a atrair investimentos”, concluiu.
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