O Governo angolano mantém metas de criar três refinarias petrolíferas no país, enquanto reavalia o projecto do Soyo, após problemas de financiamento do promotor que levaram a ponderar reincidir o contrato.
De acordo com o ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino Azevedo, o plano de Angola passa por aumentar a produção interna de derivados de petróleo bruto de 1,96 milhões de toneladas métricas em 2021, para 2,97 milhões em 2027, por conta da entrada em funcionamento das novas unidades e na modernização das infra-estruturas de armazenamento e transporte de combustíveis.
Para além da refinaria de Cabinda, cuja primeira fase com capacidade para 30 mil barris por dia, a estratégia do Governo contempla o avanço da refinaria do Lobito, projectada para atingir 200 mil barris por dia, com início de operação previsto para 2027, e a definição do futuro da refinaria Soyo, actualmente em reavaliação devido a constrangimentos financeiros do promotor.
A estratégia de expansão da capacidade de refinação prevê garantir a auto-suficiência nacional de combustíveis até 2027.
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