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Compensações inquietam trabalhadores na Mozal

O Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Indústria Metalúrgica, Metalomecânica e Energia de Moçambique (SINTIMO) considera desajustado o critério a ser aplicado pela Mozal na definição das compensações dos colaboradores, devido à suspensão das actividades da empresa de fundição de alumínio.

Segundo o secretário-geral da SINTIMO, Américo Macamo, a empresa, controlada pela multinacional South32, já comunicou que o início das compensações será definido com base no regime de 30 dias por ano de serviço, argumento que o sindicato considera inadequado face à situação real que envolve a possível suspensão das actividades até 15 de Março.

Segundo explicou, o encontro realizado semana finda entre a direcção da Mozal e o SINTIMO teve como principal objectivo anunciar o arranque das compensações, após o cumprimento do pré-aviso de 30 dias, cujo prazo terminou nos meados de Fevereiro.

De acordo com Américo Macamo, a Mozal aponta razões ligadas ao mercado, o que, segundo a legislação laboral, permite compensações calculadas em 30 dias por cada ano de serviço.  Leia mais…

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