O Banco Nacional de Angola (BNA), decidiu reduzir o coeficiente de reservas obrigatórias em moeda nacional de 18 por cento para 17,5 por cento.
Em reacção, o economista José Lumbo, disse à Rádio Correio da Kianda, que esta redução se vai traduzir em mais liberação de dinheiro à economia nacional.
Para José Lumbo, apesar de reconhecer existir um grande volume de crédito mal parado, os bancos comerciais devem nesta perspectiva disponibilizar mais recursos financeiros aos empreendedores para impulsionar a economia nacional.
“Temos consciência de que há um grande volume de crédito mal parado, mas agora com a redução do coeficiente das obrigações das reservas em moeda nacional, os bancos comerciais devem disponibilizar mais dinheiro para impulsionar a economia. Mas para isso, precisam igualmente rever as políticas de retorno dos créditos que serão concedidos”, frisou.
Referir que a medida de redução do coeficiente das reservas obrigatófias foi tomada durante a 128ª Reunião do Comité de Política monetária do Banco Central, realizada recentemente na cidade de Moçâmedes, na província do Namibe, que avaliou a evolução recente da economia nacional e internacional, bem como as perspectivas macroeconómicas e os riscos para a estabilidade de preços.
O Comité de Política Monetária (CPM) do BNA decidiu também durante o encontro manter a Taxa BNA em 17,5 por cento, a taxa de Juro da Facilidade Permanente de Cedência de Liquidez em 18,5 por cento, bem como a taxa de juro da Facilidade Permanente de Absorção de Liquidez em 16,5 por cento.
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