O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan, eleito melhor árbitro da África em 2025 pela CAF, foi impedido de entrar nos Estados Unidos da América, onde deveria participar em actividades preparatórias do Mundial de 2026, tendo sido recambiado para a Turquia após decisão das autoridades de imigração.
Segundo informações divulgadas por fontes internacionais, o juiz viajava de Istambul para Miami para integrar um seminário de preparação de árbitros da FIFA, quando foi barrado à chegada ao aeroporto norte-americano, apesar de constar na lista de oficiais seleccionados para o torneio.
Omar Abdulkadir Artan, de 34 anos, é considerado um dos principais nomes da arbitragem africana e estava entre os 52 árbitros escolhidos pela FIFA para o Mundial, podendo tornar-se o primeiro somali a actuar numa fase final da competição.
O caso acabou por inviabilizar a sua participação no arranque das actividades oficiais em solo norte-americano, deixando em aberto o seu envolvimento no torneio que será disputado nos Estados Unidos, México e Canadá.
Até ao momento, não foram apresentadas explicações oficiais detalhadas sobre os motivos da recusa de entrada, embora o caso esteja a ser acompanhado por entidades do futebol internacional.
A situação gerou forte repercussão no meio desportivo, sobretudo por envolver um árbitro distinguido recentemente a nível continental e apontado como uma das apostas da FIFA para a competição.
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