Quando faltam cerca menos de 48 horas para a selecção do Senegal defrontar a Noruega em jogo da segunda jornada do mundial de futebol que ocorre nas Américas, notícias dão conta de um clima de tensão a atingir o balneário do campão africano, que vive um clima de instabilidade marcada pela precariedade dos alimentos e do alojamento do conjunto.
Relatos da imprensa apontam para um clima de tensão que o vice-campeão africano vive no mundial das Américas, após a derrota por 1-3 contra a França no jogo de abertura, a equipa prepara-se para um encontro crucial em Nova Iorque, na madrugada de terça-feira, que pode ditar o futuro na competição, frente a uma Noruega que se mostrou forte no primeiro jogo.
O ponto mais sensível é a situação do selecionador Pape Thiaw, que segundo a fonte que cita Sport News Africa, está no mundial sem contrato renovado, contrariando as normas da FIFA que não permite que um seleccionador exerça funções sem um contrato válido, o que poderá levar a uma penalização. A razão, de acordo ainda com a fonte que temos vindo a citar, deve-se ao facto de as negociações o órgão reitor da modalidade daquele país e o treinador estarem a enfrentar discórdia nos termos do referido contrato.
A precariedade da qualidade das refeições que têm sido servidas ao conjunto da seleção no mundial, é considerada inadequada para atletas de alta competição, havendo rumores de que os atletas recorrem a plataformas externas para encomendar comida. Além das refeições, a qualidade do hotel em que estão alojados em New Brunswick, Nova Jérsia, também tem sido alvo de críticas por parte de toda a comitiva.
Outra questão que gera controvérsia prende-se com os prémios de jogo. Apesar de a CAF ter transferido a totalidade dos prémios relativos à CAN 2025 para a federação, fontes indicam que os jogadores ainda não receberam os respectivos valores. Este conjunto de problemas surge numa altura crítica, com a equipa a precisar de se focar totalmente no jogo contra a Noruega para manter viva a esperança de passar à fase seguinte.
Estas denúncias surgem numa altura em que a selecção do Senegal está em contagem regressiva para na madrugada da próxima terça-feira, defrontar a Noruega.
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