O sociólogo Carlos Conceição aponta a falta de condições e planos concretos como as causas do fenómeno da fuga de quadros sobretudo jovens em África.
O especialista disse que a maior parte dos governos africanos não desenharam políticas integrativas e inspiradores que possam manter os jovens nos respectivos países.
O sociólogo fez estas declarações esta terça-feira, 24, no espaço “Tem a Palavra” do programa Capital Central da Rádio Correio da Kianda, que abordou o tema “Como África pode tirar vantagens da sua população maioritariamente jovem (70%), face aos desafios económicos e desenvolvimento tecnológico”.
Já o especialista em relações internacionais Horácio Nsimba defende a necessidade de os líderes africanos saírem dos discursos e partirem para as acções, por formas a evidenciar o papel de África no cenário mundial.
O especialista lamenta a actual condição socioeconómica dos jovens africanos, e alerta para a urgência em se reverter o quadro.
Já o economista Pedro Cajama disse que actualmente as sociedades se desenvolvem através da tecnologia e da mão-de-obra qualificada.
O especialista defende a necessidade de se capacitar os jovens africanos para que estejam mais preparados para os desafios.
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