As críticas à nova paragem do Girabola voltaram a ganhar força este domingo, 7, no programa “Pontapé de Saída” da Rádio Correio da Kianda, com analistas a classificarem a medida como “injustificável” e “mal estruturada”.
A contestação surge após a Federação Angolana de Futebol (FAF) anunciar mais uma interrupção da prova para a preparação dos Palancas Negras.
Para João Victor, comentarista desportivo, o país continua a repetir erros de calendário que fragilizam o campeonato.
“Parar o Girabola com tão pouca representatividade de jogadores locais não faz sentido”, afirmou, sublinhando que apenas três atletas do campeonato nacional integram a convocatória da seleção. “Precisamos de planeamento sério e respeito pelo ritmo competitivo dos clubes”, acrescentou.
O também analista Jedilson da Silva considera que a sucessão de pausas prejudica não só as equipas, mas o próprio produto desportivo que o Girabola pretende ser.
“Estas interrupções constantes quebram o ritmo competitivo, desvalorizam o campeonato e afastam o público dos estádios”, alertou.
“Não se pode parar um campeonato inteiro por causa de três atletas. O Girabola precisa de continuidade”, reforçou.
A polémica reacende críticas antigas sobre a incapacidade de a FAF alinhar o Girabola com o calendário internacional da CAF, provocando sucessivos ajustamentos e paragens inesperadas.
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