• Chapo e Ramaphosa defendem acções concretas em benefício da população
O Presidente da República, Daniel Chapo, e o Presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, reafirmaram ontem, em Maputo, o compromisso de fortalecer a parceria entre os dois países, destacando a necessidade de transformar decisões políticas em acções concretas nos domínios da energia, transportes, comércio, segurança e movimentação de pessoas.
O Presidente Chapo destacou o significado político da IV Cimeira Binacional, sublinhando que o encontro ocorre após a reunião “fraterna e cordial” de 4 de Março, em Cape Town.
“Queremos sair da palavra para acção na implementação tanto dos acordos já assinados anteriormente, como estes que assinamos hoje”, afirmou.
Durante as conversações, os dois Chefes de Estado revisitaram áreas centrais da cooperação, com destaque para energia, transportes, comércio, educação, cultura, justiça, agricultura e mobilidade humana.
Os dois Presidentes testemunharam a assinatura de novos instrumentos de cooperação, que se juntam aos 78 acordos existentes. Entretanto, o Chefe do estado moçambicano defendeu a revisão conjunta desses instrumentos, de modo a avaliar o grau de implementação e introduzir “mecanismos viáveis e adequados” para garantir a sua execução efectiva.
Por seu turno, o Presidente Ramaphosa sublinhou que juntamente com o Presidente Chapo têm uma responsabilidade histórica para os respectivos povos, no sentido de garantir que as gerações actuais e futuras apreciem os frutos da relação estratégica entre os dois países”.
Acrescentou que, sob a liderança do homólogo moçambicano, não tem dúvidas de que ambas as nações usarão a Cimeira “para alcançar benefícios práticos para a população de Moçambique e da África do Sul”.
O Presidente Ramaphosa destacou o impacto dos acordos assinados, afirmando que “oferecem uma grande oportunidade para concretizar nossa cooperação e relação”, e sublinhou a prontidão das instituições financeiras de desenvolvimento, empresas estatais e privadas sul africanas para participar nos projectos identificados.
O estadista sul-africano defendeu ainda o aprofundamento da cooperação em “energia, mineração, infraestrutura, agricultura, serviços financeiros, telecomunicações, saúde, turismo e hospitais”, sectores que considera essenciais para impulsionar o crescimento conjunto.
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