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Especialista descarta envenenamento de deputado Mussokola no estrangeiro

O jurista Salvador Freire disse esta segunda-feira, 23, à Rádio Correio da Kianda, que o interesse do seguimento do processo do deputado Diamantino Mussokola, que foi a enterrar este fim de semana na sua terra natal, Bié, município do Andulo, vítima de envenenamento, segundo dados avançados pela deputada Mihaela Webba, que cita resultado da autópsia, é da família, mas também da UNITA, que deve acompanhar todos os passos com vista a dar esclarecimento à sociedade.

Sobre as especulações que apontam dois cenários (locais e períodos) em que teria ocorrido o alegado envenenamento, o jurista descartou a possibilidade que o envenenamento tenha ocorrido no exterior, durante o cumprimento de uma missão no Zimbabué em nome da Assembleia. Pensa que Diamantino Mussokola teria sido envenenado no interior do país, e exige investigação com vista a responsabilizar os autores, para se evitar que pessoas morram dessas práticas ignóbeis.

Por seu turno, o jurista Fernando Monteiro Kawewe avançou que o facto constituí uma denúncia pública e requer uma investigação imediata, para se apurar os autores deste acto criminal, tendo em consideração o trajecto percorrido pelo deputado, após a sua chegada à Luanda, vindo do Zimbabué, dia seguinte foi ao Bié, no funeral de um seu antigo companheiro, e mais tarde integrou a comitiva de parlamentares que esteive a trabalhar no Huambo, mas concretamente em Galanga, pelo que, Kawewe, pensa que, Mussokola teria sido envenenado no Zimbabué, ou no Bié, em última instância na Galanga, onde começa apresentar queixas, para depois ser transferido com urgência para Luanda.

Kawewe, espera entretanto, que “os laboratórios especializados poderão determinar o período do veneno, já que, segundo disse, há de 24 horas, duas semanas e até dois anos ou mais, posteriormente descortinar se o mesmo foi ingerido no Zimbabué, no Bié ou mesmo em Galanga, por serem questões científicas serão determinadas, para que se responsabilize o verdadeiro culpado”, disse o académico.

A morte do deputado da UNITA, Diamantino Mussokola, continua a suscitar polémica sobre o alegado envenenamento do político depois de ter cumpridor uma missão no Zimbabué em nome da Assembleia, em seguida, Mussokola teria ido ao Bié e com passagem a Galanga, província do Huambo.

Sobre o assunto, o jurista Salvador Freire pensa que, o crime é público e caberá à família, a UNITA e ao Ministério Público dar seguimento da investigação do caso.

O jurista descartou a possibilidade de Mussokola ter sido envenenado no Zimbabué, e aponta que o envenenamento teria ocorrido em Angola.

O jurista entende que caberá as entidades competentes averiguar o local e tempo do envenenamento do Parlamento.

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