Tornar o Fundo de Fomento Agrário e Extensão Rural (FAR), um instrumento estratégico na dinamização do sector agrário e, também, intensificar a promoção do financiamento à agricultura através da mobilização de linhas de crédito ajustadas aos ciclos produtivos, sobretudo do sector familiar, são as orientações dadas a nova presidente desta instituição, Lúcia da Cruz, pela Primeira-Ministra, Maria Benvinda Levi.
Segundo a Ministra, o fomento agrário deve ser sustentado por uma governação assente na transparência e critérios claros de selecção dos beneficiários, de modo a assegurar o aumento da produção e produtividade, bem como o fornecimento de matéria-prima a indústria nacional.
“Recomendamos a directora-Geral do FAR e aos seus colaboradores a serem mais proactivos na melhoria das condições que facilitem o acesso a insumos de qualidade, à mecanização agrária adequada e à transferência efectiva de tecnologias apropriadas a realidade do nosso país, sobretudo para o sector familiar”, declarou.
A par disso, a nova direcção do FAR, conforme Maria Benvinda Levi, deve desenvolver acções e estratégias que garantam a transição sustentável de uma abordagem de distribuição de insumos para uma progressiva comparticipação dos produtores, facto que irá reforçar a responsabilidade e a apropriação dos projectos e programas por parte dos intervenientes no sector agrário.
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