• afirmou presidente da CTA, Álvaro Massingue
O Fundo Soberano, proveniente das receitas de importação de gás natural, deve servir de um instrumento de desenvolvimento e não apenas de poupança, de maneira a financiar projectos estruturantes, parcerias público-privadas e a industrialização do país.
Esta afirmação foi apresentada, em Maputo, pelo presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), Álvaro Massingue.
Segundo Massingue, as receitas do gás devem transformar-se em prosperidade duradouras para as próximas gerações e contribuir para o desenvolvimento das Pequenas e Médias Empresas (PME) que representam mais de 80% do tecido empresarial, o verdadeiro motor do emprego e da inovação.
“Estas empresas precisam de crédito acessível, garantias de financiamento e acesso ao conteúdo local, tanto nos concursos públicos como nas cadeias de valor da indústria extractiva e do gás”.
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