Os jornalistas pedem que a gestão do Banco de Desenvolvimento de Moçambique (BDM) seja técnica, profissional e independente, bem como livre de interferências políticas.
Conforme os jornalistas, que falavam hoje na auscultação pública sobre o projecto de criação do Banco de Desenvolvimento de Moçambique, a gestão do BDM também tem de ser orientada por resultados concretos de impacto económico e social.
Destacaram que, em relação ao modelo institucional e a estrutura accionista, o país precisa de um banco que combine o controlo estratégico do Estado com a participação técnica e financeira de parceiros externos.
“O Estado deve manter o comando, garantindo que o banco sirva os objectivos nacionais de industrialização, diversificação produtiva e emprego”, destacaram.
Em relação ao enquadramento legal e regulatório, frisaram que o Banco de Desenvolvimento não deve ser tratado como um banco comercial.
Para o efeito, defenderam a necessidade de um estatuto jurídico especial, que lhe permita financiar projectos de médio e longo prazo, com taxas acessíveis, sobretudo nos sectores produtivos.
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