O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Sa’ar, considerou que a Rússia, China e a Coreia do Norte, são o eixo autoritário que sustenta o Eixo do mal no Médio Oriente, liderado pelo Irão.
O governante israelita falava nessa terça-feira, 01, numa conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo e anfitrião lituano, Kęstutis Budrys.
Reafirmando as alegações israelenses de vitória sobre o Irão, Gideon Sa’ar referiu a danificação do programa nuclear do Irão, sublinhando que o projecto era a maior ameaça à estabilidade regional e também uma grande ameaça à Europa e à ordem mundial.
“Um Irão nuclear certamente teria causado uma corrida armamentista nuclear no Oriente Médio — tanto quanto a ameaça de vazamento desse tipo de arma perigosa para organizações terroristas. As acções de Israel, juntamente com as dos EUA, fizeram as ambições nucleares do regime iraniano recuarem muitos anos”, disse Gideon Sa’ar, acrescentando que a operação também acabou por ser benéfica para a Ucrânia, dado que os ataques danificaram igualmente o suprimento de drones do Irão, cuja tecnologia vendo sendo usada pela Rússia, com a ajuda do país islâmico.
O político lembrou ainda que o seu país, antes da guerra directa com o Irão, esteve dividido em sete frentes militares com os proxys de Teerão, nomeadamente o Hezbollah, do Líbano; os Houthis do Iêmen; as milícias xiitas no Iraque e gangues terroristas palestinas na Judeia e Samaria.
“Este eixo é apoiado pelo Eixo autoritário: a China, Rússia e Coreia do Norte”, disse, sugerindo a respostas mais coordenadas do mundo livre.
De referir que, comprovadamente, e sob o olhar quase ‘inerte’ das potências, o Irão tem sido o maior apoiante material dos mais temíveis grupos terroristas do mundo, como o Hezbollah, que criou uma autoridade paralela ao governo do Líbano; ao Houthis, que fez o mesmo no Iémen; e outros grupos já citados, e que procuram ter influência semelhante em seus países.
Este papel de Teerão, que para certos segmentos, também tem as suas razões, é já quase reconhecido por todos, e Israel entende que os Estados aos quais chama de Eixo autoritário mundial, tem se desdobrado na protecção daquele país islâmico, bem como na manipulação dos factos.
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