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Lula terá encontro com 3 líderes chineses e 2 sul-americanos

Presidente encerrará sua agenda oficial em Pequim com jantar restrito na residência oficial do presidente da China, Xi Jinping

A agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta 3ª feira (13.mai.2025) inclui encontros com ao menos 5 autoridades, sendo 3 líderes chineses e 2 presidentes sul-americanos. Todos de esquerda. Serão elas:

  • presidente da China, Xi Jinping (PCCh);
  • primeiro-ministro da China, Li Qiang (PCCh);
  • presidente da Comissão Permanente da Assembleia Nacional da China –o equivalente a presidente do Congresso chinês , Zhao Leji (PCCh);
  • presidente da Colômbia, Gustavo Petro (Colômbia Humana, esquerda);
  • presidente do Chile, Gabriel Boric (Frente Ampla, esquerda).

Em seu 2º dia de compromissos oficiais em Pequim, Lula também participará de duas cerimônias junto ao governo chinês: o Fórum China-Celac (Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos) e um encontro bilateral com a China no Grande Palácio do Povo.

Depois do encontro bilateral, Lula encerrará sua visita à China com um jantar restritio na residência oficial de Xi Jinping. Além dos presidentes, participarão do jantar as primeiras-damas e mais 3 convidados de cada país.

FÓRUM CHINA-CELAC

Esse será o 4º fórum entre a China e os países sul-americanos e caribenhos e também marca os 10 anos desde a realização da 1ª edição.

Além do aniversário de uma década do fórum, essa edição ganha em peso histórico por ocorrer durante a escalada de tensões entre a China e os Estados Unidos com a guerra comercial iniciada com as tarifas da Casa Branca no mês passado.

Ao longo de abril, integrantes do governo norte-americano deram declarações de que expulsariam a presença chinesa de “seu quintal”, se referindo à América Latina.

O fórum se apresenta como o momento ideal para a China se apresntar como um parceiro comercial mais vantajoso para a região.

No domingo (11.mai), o ministro assistente do Ministério de Relações Exteriores da China, Miao Deyu, conversou com jornalistas e deu indicativos de como será o tom dos chineses na reunião.

“As pessoas querem construir seu lar e não um jardim para os outros. Eles esperam a independência, não a nova doutrina Monroe”, disse. “Apoiamos uns aos outros e não temos nenhum tipo de cálculo geopolítico”.

A guerra comrcial arrefeceu com o anúncio de 2ª feira (12.mai) de que os países suspenderam parte significativa das tarifas, mas a trégua tem prazo de validade de 90 dias.



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