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Manuel Fernandes considera “democrática” decisão do líder do PADDA em abandonar CASA-CE

O Coordenador Geral da Convergência Ampla de Salvação de Angola Coligação Eleitoral (CASA-CE) disse nesta terça-feira, 06, à Rádio Correio da Kianda, que considera democrática a posição manifestada pelo líder do PADDA-Aliança Patriótica, segundo as quais a sua formação política pondera concorrer de forma isolada no próximo pleito eleitoral aprazado para 2027.

Alexandre Sebastião André disse que a decisão “prende-se pela necessidade de se galvanizar o PADDA e projectar o relançamento das suas funções no cenário político nacional, situação que afirma estar condicionada por estar a reboque da CASA CE”.

Já Manuel Fernandes avançou ser prematuro determinar o futuro da coligação, pelo facto de a CASA-CE ser actualmente uma força política de concertação, e que o colégio presidencial decidiu “deliberar a reorganização dos partidos que a corporizam para que estejam fortes em momento de eleições”.

Para o político, os partidos devem “reorganizar-se e fortificar-se”, para que estejam a altura dos desafios das próximas eleições, afirmando ser ainda prematuro falar do futuro da CASA-CE.

Manuel Fernandes disse ainda que o seu partido, o Palma Nova Angola mostra-se aberto a formar instrumentos com correntes que possam alcançar o poder político.

Já o analista Eurico Gonçalves disse que estas declarações de Manuel Fernandes, tanto as de Alexandre Sebastião André, são sinais que reflectem profundamente a actual situação da CASA-CE, pelo que recomenda o envolvimento dos grupos fulcrais para encontrar os melhores caminhos para a coligação eleitoral.

Para Eurico Gonçalves, concorrer de forma isolada ou em coligação, acarreta consequências político-eleitoral, que exigirá por parte das lideranças visão, propósito e capacidade de adaptação justificadas pela maturidade do eleitorado angolano que actualmente é mais racional.

O analista afirmou ainda que do ponto de vista da sociologia dos partidos políticos e das estratégias eleitorais, a CASA-CE abalou as suas estruturas fruto dos resultados das últimas eleições, apontando o início de um possível fim da coligação.

Para Eurico Gonçalves apenas estratégias como uma liderança política carismática, com autoridade e mais inclusão a nível interno podem salvar a CASA-CE no próximo pleito eleitoral com projectos políticos sólidos e inclusivos.

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