Moçambique antecipou o início da exportação de feijão bóer para a Índia, apesar de a actividade para o ano fiscal 2025/2026 iniciar após dia 30 de Setembro, por “razões estratégicas”, segundo afirmou ICM, em comunicado enviado à nossa Redacção.
Assim, tendo as quantidades disponíveis, o Instituto de Cereais de Moçambique (ICM) autorizou a exportação de feijão bóer pelas empresas autorizadas, mediante o uso do certificado “ostentando a designação do Ministério da Economia”.
De referir que em 2023, Moçambique exportou mais de 230 mil toneladas de feijão bóer, sendo 90 por cento para a Índia, no âmbito do memorando de entendimento entre os Governos de Moçambique e Índia 2023-2026.
Em 2024, a actividade ficou marcada pela polémica envolvendo o conglomerado ETG, um dos principais exportadores de feijão bóer no país, que em 16 de Outubro exigiu, num tribunal de arbitragem, que o Estado moçambicano pague mais de 100 milhões de euros de indemnização por perdas pela apreensão judicial de bens da firma num litígio sobre aquela leguminosa, igualmente retida num porto do norte do país.
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