O economista José Lumbo disse à Rádio Correio da Kianda, que a actualização do valor da pensão por velhice, é uma medida necessária tendo em vista o custo de vida, apesar o BNA estar apresentar tendência decrescente da taxa de inflação, mas o mercado informal os preços continuam a subir o que afecta negativamente o poder de compra e afecta também os pensionistas, pelo que defende um aumento até 150 mil kuanzas.
O Governo de Angola actualizou em 42,9% o valor mínimo da pensão de reforma por velhice, sobrevivência e invalidez, para 100 mil kwanzas, e o máximo para em 802 mil kwanzas, segundo um decreto presidencial.
O decreto presidencial, de 27 de Novembro, refere que a actualização das pensões e a determinação dos respectivos limites mínimos e máximos surgem pela necessidade de se estabelecer o indicador de sustentabilidade do sistema de protecção social obrigatória.
Lumbo, considera que o decreto vem ajudar os pensionistas mas não vai ao encontro do desejado.
O ajustamento das pensões, conforme o documento assinado pelo Presidente angolano, João Lourenço, é aplicado de acordo com o princípio da diferenciação positiva, sendo que o valor da pensão mínima foi actualizado em 42,9% e as pensões máximas e intermédias em 10%.
O montante mínimo de pensão de reforma por velhice é fixado em 100 mil kwanzas, o mesmo valor para pensão de sobrevivência e para a pensão por invalidez, como estabelece o diploma legal já publicado em Diário da República.
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