O Presidente da República, João Lourenço, lamentou hoje, 01, profundamente a morte de cidadãos durante os tumultos registados nos dias 28, 29 e 30 de Julho, que abalaram diversas zonas do país, com epicentro em Luanda. Segundo o Chefe de Estado, “Angola não pode tolerar mais dor e luto entre os seus filhos”, sobretudo em pleno ano de celebração dos 50 anos da independência.
Num discurso dirigido à Nação, o Presidente expressou “profundos sentimentos de pesar” às famílias enlutadas e votos de rápidas melhoras aos feridos, afirmando que o país viveu momentos de angústia marcados por actos de pilhagem, destruição e intimidação de cidadãos pacíficos.
“O que assistimos não foram meras manifestações. Foram actos premeditados de vandalismo, instigados por indivíduos manipulados por organizações antipatriotas, nacionais e estrangeiras, usando as redes sociais como instrumento de desestabilização”, declarou.
João Lourenço sublinhou que o direito à greve e à manifestação está consagrado na Constituição, mas advertiu que os acontecimentos ultrapassaram os limites legais e morais, resultando em crimes condenáveis que exigem responsabilização.
O Presidente agradeceu a actuação das forças da ordem, profissionais de saúde e entidades da sociedade civil que responderam com prontidão à crise. Anunciou ainda a aprovação, na próxima segunda-feira, de medidas de apoio às empresas vandalizadas, visando a reposição de bens e preservação dos postos de trabalho.
No encerramento da mensagem, João Lourenço reiterou a importância da educação cívica e moral, apelando à união entre Estado, famílias, igrejas e sociedade civil para proteger a juventude e o futuro do país.
“Quem orquestrou e conduziu esta acção criminosa saiu derrotado”, diz João Lourenço sobre actos de vandalismo
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