O início da venda dos derivados do petróleo provenientes da Refinaria de Cabinda está previsto para Março do ano em curso, tão logo se termine a fase dos testes de performance, no final deste mês de Fevereiro.
A revelação é do CEO da Gemcorp, Marcelo Hofke, feita em declarações à imprensa, depois do lançamento da plataforma Imbono, que decorreu na terça-feira, 03, na capital do país.
De acordo com Marcelo Hofke, os testes só não terminaram no ano passado devido à sua complexidade, e por se tratar de activos de óleo e gás, o que considerou de normal que tal atraso se registasse.
O responsável garantiu que, após a finalização deste processo, a refinaria vai começar com a preparação para poder entregar os produtos para a Sonangol, que os vai comercializar a partir de Março próximo.
“Depois vamos começar a preparação para poder entregar os produtos para a Sonangol, que é quem comercializa. A Sonangol vai estar, obviamente, recebendo derivados como jet fuel, que é para parte dos aviões, HFO e naf- ta”, afirmou.
Referir que a Sonangol detém 10 por cento de participação da Refinaria, a primeira construída pós-independência, que tem uma capacidade de refinação diária, na primeira fase, de 30 mil barris de petróleo.
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