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Repórteres sem Fronteira alerta para perigos aos quais estão expostos jornalistas

A Associação Repórteres Sem Fronteiras desenvolve esforços para proteger os profissionais de comunicação social em todo o mundo e alertar para os perigos a que estão sujeitos no desempenho do seu trabalho. Organizações como a UNESCO juntam-se à luta pelo direito à liberdade de expressão.

A liberdade de imprensa em todo o mundo está mais ameaçada do que nunca, de acordo com o último relatório da Repórteres Sem Fronteiras (RSF). Pela primeira vez na história, seu Índice Mundial de Liberdade de Imprensa classifica o estado global da liberdade de imprensa como “difícil”.

A Europa abriga a maior liberdade de imprensa do mundo, de acordo com o ranking anual de liberdade de imprensa da Repórteres Sem Fronteiras – embora o sul e o leste da Europa representem alguns dos pontos fracos do continente.

Os 15 principais países estavam todos na Europa, com a Noruega com a pontuação mais alta, seguida pela Estônia, Holanda, Suécia, Finlândia e Dinamarca.

No Oriente Médio, dezenas de repórteres foram mortos durante o ataque militar de Israel em Gaza, disse a organização.

A Palestina se tornou o Estado mais perigoso do mundo para jornalistas em meio à guerra de Israel em Gaza, com dezenas de repórteres provavelmente mortos especificamente devido ao seu trabalho, disse um órgão de vigilância da liberdade de imprensa.

Os Estados Unidos caíram duas posições, para 57. O governo do presidente Donald Trump está provocando uma “deterioração preocupante” por meio de cortes de financiamento para a mídia pública e ajuda externa, acrescentou a RSF.

O Dia Internacional da Liberdade de Imprensa vai ser celebrado este sábado, 3 de Maio, data instituída desde 1993, com o objectivo de promover os princípios fundamentais, e combater as violações à liberdade de imprensa.

Por ocasião da data, o sociólogo Agostinho Paulo chamou a atenção para o tratamento indevido que recebem os jornalistas no exercício das suas funções.

Durante declarações à Rádio Correio da Kianda, o especialista considerou a liberdade de imprensa como um pilar essencial da democracia, e que para a sua manutenção, os profissionais da comunicação devem ver respeitados os seus direitos.

Por outro lado, Agostinho Pulo direccionou o alerta para os profissionais da comunicação que, vestidos de cores partidárias, abandonam os princípios da isenção e imparcialidade na produção e divulgação dos conteúdos.

A liberdade de imprensa é o direito que os meios de comunicação têm de informar, investigar e publicar conteúdos livremente, sem sofrer censura ou repressão por parte do Estado ou de outros grupos de poder.

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