TEXTO DE AZIZE NICASSE
O anúncio da retirada de Moçambique da “lista cinzenta” do Grupo de Acção Financeira Internacional (GAFI) representa um marco no esforço nacional de reforço do ambiente de negócios e de consolidação do sistema financeiro.
A decisão, tomada sexta-feira, em Paris, reconhece os progressos alcançados pelo país na implementação de medidas eficazes de combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento do terrorismo, cumprindo integralmente o plano de acção acordado em 2022.
De acordo com o GAFI, Moçambique demonstrou avanços significativos na coordenação interinstitucional, na formação das autoridades competentes, disponibilização de recursos humanos e técnicos e na criação de instrumentos legais alinhados às boas práticas internacionais.
A inclusão de Moçambique na “lista cinzenta” penalizou a credibilidade do país, encareceu as operações económicas e limitou o crescimento, afectando tanto o empresariado quanto o quotidiano dos cidadãos. A saída da lista representa um alívio estratégico, permitindo recuperar a confiança internacional e reabrir caminhos para o investimento e a estabilidade económica. Leia mais…
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