Tornar o transporte aéreo mais competitivo, acessível e eficiente, criando um ambiente favorável ao investimento, à concorrência saudável e ao serviço público de qualidade, constitui uma das prioridade do Governo.
O pronunciamento é do ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, em resposta à solicitação dos deputados da Assembleia da República, sobre a situação actual da empresa Linhas Aéreas de Moçambique (LAM).
Explicou que a LAM é uma sociedade anónima com 96% de capital detido pelo Estado e 4% pelos seus gestores e trabalhadores e que presta serviços domésticos, regionais e internacionais de transporte de passageiros, carga e correio.
Disse que nos últimos dez anos, a empresa tem enfrentado dificuldades económicas e financeiras persistentes, resultantes sobretudo de elevado endividamento com a banca e fornecedores; custos operacionais muito altos, nomeadamente com leasing, manutenção e combustíveis; estrutura de pessoal desajustada face ao volume real de operações.
Referiu que entre 2020 e 2023, a empresa registou resultados operacionais negativos de 4,6 mil milhões de meticais em 2020 para 2,6 mil milhões em 2023. “Os custos de aluguer, manutenção e combustível absorveram, em média, 84% das receitas, e o endividamento total supera 13 mil milhões de MT, comprometendo a liquidez da empresa”, explicou.
O conteúdo Trabalha-se para tornar transporte aéreo competitivo aparece primeiro em Jornal Domingo | Compromisso com os factos.















Deixe um comentário