A Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA) disse que espera que o Governo encontre soluções equilibradas que salvaguardem os interesses mútuos, de modo a evitar o encerramento da fábrica Mozal, em Março do próximo ano, cenário que teria consequências graves, incluindo a falência de várias Pequenas e Médias Empresas (PME) e o despedimento massivo de trabalhadores, conforme tem vindo a ser destacado.
Segundo Álvaro Massingue, presidente da CTA, que falava, ontem, durante o “briefing do fim de ano 2025”, a solução sustentável para a Mozal passa, necessariamente, por um acordo em torno de um preço de energia competitivo, integrado num pacote mais amplo que inclua, entre outras medidas, a disponibilização de pelo menos 40 por cento do alumínio para o mercado doméstico, como mecanismo de promoção da industrialização a jusante, bem como o aumento da participação de empresas locais na cadeia de valor da Mozal, incluindo fornecedores de bens e serviços.
“Entendemos, igualmente, que o actual contrato poderá ser estendido por um período adicional de seis a 12 meses, criando o espaço necessário para negociações aprofundadas e para a construção de acordos duradouros e sustentáveis a médio e longo prazos, assentes em ganhos mútuos”.
Referiu que a CTA está firmemente comprometida em trabalhar para uma solução que preserve o investimento, proteja o emprego e contribua de forma efectiva para o desenvolvimento económico e social de Moçambique.
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