O presidente do 1.º de Agosto, General Gouveia de Sá Miranda, voltou a reagir à posição da Federação Angolana de Futebol (FAF), que afirmou não ter recebido documentos apresentados pelo clube relativos à providência cautelar que suspendeu o clássico 91 do Girabola.
Em declarações recentes, o dirigente fez questão de sublinhar que entregou pessoalmente os documentos no gabinete do presidente da FAF e negou qualquer uso indevido de viaturas oficiais.
“Desloquei-me ao gabinete do Presidente e não utilizei o meu carro, nem o dele. A mentira tem pernas curtas”, afirmou, reforçando a sua versão dos factos.
O caso ganhou destaque após a FAF alegar não ter recebido a providência cautelar, o que gerou tensão e controvérsia entre o clube militar e a federação. A situação mantém-se delicada, dado que o clássico 91 é um dos jogos mais aguardados do Girabola, e qualquer atraso na tramitação dos documentos pode afectar a realização da partida e a organização da competição.
Especialistas e dirigentes do futebol angolano acompanham de perto a situação, apontando que a divergência entre o clube e a FAF evidencia fragilidades na comunicação e na gestão documental do futebol nacional.
Enquanto o impasse não é resolvido, o debate entre clubes, federação e adeptos permanece aceso, mantendo a atenção sobre os desdobramentos legais e administrativos que podem impactar o Girabola nas próximas semanas.
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