Angola deve abandonar a ideia de benefício automático com a valorização do barril e apostar na diversificação de fornecedores e na busca de rotas alternativas, reduzindo a dependência de regiões críticas como o Estreito de Ormuz.
A visão foi defendida pelo economista Rui Malaquias, enfatizando que a subida do preço do petróleo não representa apenas ganhos para Angola, podendo também agravar o custo de vida.
Segundo o especialista que falava à TPA, o país enfrenta efeitos negativos por depender da importação de derivados e de diversos bens essenciais, cuja produção e transporte tornam-se mais caros com o aumento do preço da energia.
A reacção do economista surge num contexto de forte tensão no Médio Oriente, após Irão ter atacado esta quarta-feira alguns navios que navegavam sob bndeira do Panamá e Libéria.
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