O Campeão Africano de Boxing, Cristiano Ndombassy, que está de visita ao país, sua terra natal, afirmou neste sábado, 21, em Luanda, que o país conta com excelentes atletas de artes marciais, porém tem uma fraca posição no ranking mundial pela débil promoção e agenciamento desportivo.
O cinturão da SADC de 2017 e do World Boxing Federation de 2022 explicou que teve muita honra em representar a bandeira nacional em grandes competições que venceu na África do Sul e na Namíbia.
“Tendo apoio ou não, o meu sonho sempre foi levantar as cores de Angola na modalidade boxe, a nível mundial. Fiz e é o meu maior orgulho”, disse.
Sobre a posição de Angola nos rakings internacionais da modalidade, Cristiano Ndombassy reconhece a qualidade dos atletas nacionais, mas defende intervenção do governo para a promoção do boxing.
“Temos bons atletas, aqui, no país, mas para que possamos ter um futuro visível neste desporto precisamos pôr de lado as diferenças e surgir pessoas ou o governo precisa promover mais, incentivar a sério e há necessidade de agentes”, frisou ‘Guerreiro da Fé’, como é chamado nos ringues.
O campeão, que disputa em três categorias, (pesos 66, 69 e 72 kg), reforçou que o incremento ao desporto pode resultar no surgimento de novos embaixadores que levarão o nome do país internacionalmente.
“Há muitos atletas angolanos de nível mundial que não voltam em Angola por causa das dificuldades, porque ainda não temos o boxing profissional. Quem não gostaria de lutar em casa? Todos nós. Conheço pessoas que tem como fazer de Angola número 1, só falta apoios e agenciamento. Então peço ao governo que ouça estes atletas, não nos abandonem”, apelou o pugilista Cristiano Ndombassy.
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