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Conhecidos finalistas do Prémio Literário Mia Couto

Já são conhecidos os dez finalistas da terceira edição do Prémio Literário Mia Couto, promovido pela Cornelder de Moçambique (CdM), em parceria com a Associação Kulemba, com o objectivo de reconhecer e premiar as melhores obras literárias de autores moçambicanos.

No total, foram submetidas 36 obras. Na categoria de Poesia, foram seleccionados os livros “As Coisas do Morto”, de Francisco Guita Júnior, “Instalação do Corpo”, de Léo Cote, “O Pouso do Casco”, de Lino Mukurruza, “Tocar o Ser”, de Sánia Iacuti, e “Um Umbigo Arde na Boca”, de M. P. Bonde.

Para a categoria de Prosa, foram apuradas as obras “A Queda do Macombe Chipapata: Tramas e Revoltas”, de Celestino Joanguete, “As Origens”, de Lavimó da Verónica, “Névoa na Sala”, de Mélio Tinga, “O Código das Serpentes”, de Hélder Muteia, e “Última Memória. Entrevista com Sthoe”, de Lucílio Manjate.

O anúncio das obras vencedoras será feito em Agosto, e a cerimónia de premiação terá lugar a 5 de Setembro, na cidade da Beira. Cada vencedor receberá um prémio monetário de 400 mil meticais. Das obras submetidas, 21 concorreram na categoria de Poesia e 15 na de Prosa, todas publicadas por 14 editoras moçambicanas, entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro de 2024.

As inscrições decorreram de 11 de Abril a 12 de Maio. O Júri, composto por Nataniel Ngomane (presidente), Teresa Noronha, Vanessa Riambau Pinheiro, Joaquim Arena e Marcelo Panguana, dispõe agora de 30 dias para decidir quem serão os dois vencedores.

O Prémio Literário Mia Couto foi instituído e lançado em Junho de 2023, na segunda maior cidade do País, no âmbito das celebrações dos 25 anos da Cornelder de Moçambique, a concessionária dos terminais de contentores e de carga geral do Porto da Beira. Na primeira edição, foram admitidas, excepcionalmente, obras publicadas em 2021 e 2022, tendo-se sagrado vencedores Bento Baloi, com “No Verso da Cicatriz”, na categoria de Romance (Prosa com ficção), e Belmiro Mouzinho, com “Pétalas Negras ou a Sombra do Inanimado”, na categoria de Poesia.

Em 2024, na segunda edição, foi galardoado Adelino Albano Luís, com o livro “Estórias Trazidas pela Ventania”. Contudo, o Júri decidiu, por unanimidade, não atribuir prémio na categoria de Poesia, por ter constatado algumas fragilidades na construção poética das obras inscritas, decisão prevista no Artigo 23 do Regulamento do Prémio.

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