No Quénia, o presidente advertiu esta quarta-feira, 09, os manifestantes que desejam “derrubar o Governo”, dois dias após violentos protestos antigovernamentais em todo o país que causaram pelo menos 31 mortes e foram marcados por saques.
William Ruto disse durante uma viagem que “eles querem semear o caos, organizar manifestações, queimar bens, provocar o desastre para derrubar o Governo antes de 2027″, data das próximas eleições presidenciais.
O presidente queniano disse que “estamos num país democrático, e que não podem dizer-nos que querem semear o caos e derrubar o Governo”, acrescentou.
Esta segunda-feira, 07, dia da comemoração do Saba saba (‘Sete, sete’ em suaíli, em referência à revolta pró-democracia de 07 de Julho de 1990), a polícia, mobilizada em grande número, bloqueou as principais vias de acesso a Nairobi, capital deste país da África oriental, cujas ruas estavam vazias.
De acordo com a Comissão Nacional de Direitos Humanos (KNCHR), uma instituição pública independente, os confrontos entre a polícia e os manifestantes eclodiram nos arredores da cidade, causando pelo menos 31 mortos, 107 feridos, dois desaparecimentos forçados e 532 prisões.
Várias figuras da oposição apelaram na terça-feira ao boicote de “todas as empresas, todos os serviços e todas as instituições detidas, exploradas ou publicamente ligadas a este regime qualificado de hostil”.
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