Angola voltou aos mercados financeiros internacionais e conseguiu mobilizar 2,5 mil milhões de dólares norte-americanos, numa operação considerada histórica e bem-sucedida pelo Executivo.
A emissão que surge num contexto global marcado por incertezas económicas devido ao conflito no Médio Oriente, torna-se assim Angola, no primeiro país a alcançar esse mérito, o que reforça o sucesso da operação.
Segundo o ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, esta foi também uma das maiores emissões feitas na África Subsariana, ao lado de países como África do Sul e Nigéria.
“Devemos também dizer com satisfação, que desta operação foi possível baixar as taxas de juros que vínhamos das emissões anteriores. Angola é também dos poucos países que depois do conflito consegue taxas de juro mais baixas do que aquele que tinha anteriormente”, disse.
A operação foi estruturada em duas tranches, com prazos de reembolso de 7 e 11 anos, e contou com forte participação de investidores do Reino Unido e dos Estados Unidos da América.
Os recursos obtidos vão financiar o Orçamento Geral do Estado (OGE) 2026, bem como assegurar o cumprimento das responsabilidades financeiras do Executivo angolano.
Referir que economistas e especialistas em mercados financeiros, dizem que com esta tranche, o governo angolano garante assim maior tranquilidade na execução financeira e reforça a confiança junto de parceiros e investidores internacionais.
O conteúdo Regresso de Angola aos mercados internacionais marcado com captação de USD 2,5 mil milhões aparece primeiro em Correio da Kianda – Notícias de Angola.














Deixe um comentário