O ministro de Estado para a Coordenação Económica, José de Lima Massano, defendeu este sábado, em Luanda, que o desenvolvimento da economia digital depende de uma forte articulação entre o Estado, o sector privado, a academia e a sociedade civil.
A posição foi expressa durante a cerimónia de encerramento da 6.ª edição do Fórum Internacional das Tecnologias de Informação e Comunicação de Angola (ANGOTIC 2026), que decorreu sob o lema “Na Rota da Transformação Digital”.
Segundo o governante, a cooperação entre estes diferentes actores é determinante para acelerar a inovação, consolidar os ganhos já alcançados e garantir que a transformação digital se traduza em benefícios concretos para o desenvolvimento económico e social do país.
Massano sublinhou que o ANGOTIC 2026 demonstrou o talento, a criatividade e a capacidade de Angola para participar activamente na economia digital global, através das soluções apresentadas, dos debates realizados e das parcerias estabelecidas ao longo do evento.
O ministro destacou ainda que a modernização do país passa pelo reforço das infraestruturas digitais, pelo investimento no capital humano, pela promoção do empreendedorismo e pela criação de um ambiente mais favorável à inovação e ao investimento privado.
Durante o evento, foram igualmente reforçadas as ideias de inclusão digital, inovação sustentável e modernização dos serviços como pilares essenciais para acelerar o desenvolvimento nacional.
O ANGOTIC 2026 encerrou com um balanço positivo, reafirmando-se como uma das principais plataformas de debate e promoção da transformação digital em Angola, reunindo decisores políticos, especialistas, empresas e startups nacionais e internacionais.
O conteúdo “Economia digital exige cooperação entre Estado, empresas e academia”, diz Massano aparece primeiro em Correio da Kianda – Notícias de Angola.














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